segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Memorial

Sabe-se que a Educação na década de 70 camnhava a passos firmes para marcar de forma diferenciada a vida do educando. No entanto traços do rígido tradicionalismo eram visíveis. Assim trago comigo recordações de uma afalbetização severa C com A, CA, D com A, DA, CADA, isso mesmo! Cada um se vira para não ser punido, mas tudo bem interesse e empenho faziam a diferença.
Como toda mãe e todo pai o sonho dos meus pais era que logo pudesse ler eu mesma meus textos até porque meu pai era analfabeto e minha mãe não tinha tempo. Recordo-me da hora da leitura que fazia parte da rotina de sala de aula onde a professora levava vários livros e vários gêneros onde podiamos escolher e viajar no mundo da leitura.
De 5º a 8º Série os professores se preocupavam com fórmulas e gramática. Como toda adolescente da época não posso me esquecer do famoso " Meu pé de Laranja lima" que era cobrado a risca pelo professor Otávio.
No ensino médio havia toda uma complexidade pelo fato de ter ingressado em um curso técnico (Técnico em maigistério) acredito então que soube valorizar cada texto, cada disciplina e cada conteúdo que me foram repassados.
Já na faculdade, numa fase mais madura e com olhar diferente a respeito de tudo que nos cerca deslumbrei-me com a leitura de textos que me proporcionaram galgar como leitora. Pedagogia do oprimido, Revolução dos bichos, a língua de Eulália entre outros foram parte integrante do mágico túnel que é a leitura e que nos permite transportar a todos os tempos e lugares, abrindo portas para um olhar reflexivo e para ampliar nossos horizontes como leitor.

Aprender e crescer com a Língua Portuguesa

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